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sexta-feira, outubro 07, 2011

A MAÇÃ TINGIU-SE DE NEGRO




"A morte é a melhor invenção da vida...
É o agente da mudança. Seu tempo é limitado..."
- Steve Jobs (1955-2011)-







quarta-feira, setembro 21, 2011

JÚLIO RESENDE (1917 - 2011)





"...Mas eu queria, efectivamente, ser pintor!
Talvez o destino me tenha proporcionado o primeiro passo.
Aurora Jardim, figura conhecida nos meios literários e jornalísticos do Porto, 
intercedeu junto do pintor Alberto Silva que dirigia, então, a Academia Silva Porto,
para que eu viesse frequentar as lições de pintura aí ministradas.
Comprei a primeira caixa de tintas «a sério», e aprendi a colocar as cores na paleta,
segundo as boas regras... "
- Júlio Resende -



Neste dia da sua morte, a minha modesta homenagem.



terça-feira, agosto 16, 2011

ELVIS ESTARÁ SEMPRE ENTRE NÓS - 34.º Aniversário da Sua Morte





Completa-se hoje mais um ano após a morte de Elvis Presley, em 16 de agosto de 1977.
Todavia aquele que será sempre o "Rei do Rock", não morrerá, ficará entre nós, na nossa memória.
Como prova, junto alguns vídeos revistos e editados após a sua morte,
com a colaboração da sua família.
Até sempre, Elvis! 



sábado, julho 23, 2011

O SILÊNCIO DE AMY



Hoje, Amy Wynehouse calou-se para sempre.
Para ela, também o meu silêncio.
Descanse em paz...



segunda-feira, julho 18, 2011

O ÚLTIMO HABSBURGO (1912-2011) - Arquiduque Otto de Habsburgo











Batizado Francisco José Otto Robert Maria António Carlos Marx Henrique Sexto Xavier Félix Renato Luís Caetano Pio Inácio da Áustria, faleceu no passado dia 4 deste mês de julho, aos noventa e oito anos de idade, na sua casa da pequena cidade de Pöcking, nas margens do lago Stamberg, no sul da Alemanha.

Arquiduque Otto de Habsburgo e esposa Regina de Saxe-Meinigen e
Hildburghausen

Otto Morava na Baviera, na Alemanha, e tinha nacionalidade alemã, austríaca, húngara e croata. Apesar do seu nome oficial ser Otto de Habsburgo, as autoridades austríacas referiam-se a ele como Otto de Habsburgo-Lorena. Também era chamado de Arquiduque Otto da Áustria, Príncipe-Herdeiro Otto da Áustria e, na Hungria, Habsburg Ottó. Era também um pretendente em potencial ao título de Rei de Jerusalém.
Imperador Carlos I, esposa e filhos, estando Otto junto
a sua mãe.

Filho mais velho de Carlos I, último imperador da Áustria e último Rei da Hungria, e de Zita de Bourbon-Parma, nasceu perto de Viena, em Reichnau an der Rax, na Baixa Áustria. Era membro do Parlamento Europeu pelo partido União Social Cristã da Baviera (CSU) e Presidente da União Internacional Pan-Europeia.

Em Novembro de 1916, Otto tornou-se príncipe-herdeiro Império Austro-Húngaro, quando seu pai ascendeu ao trono. No final da Primeira Guerra Mundial, ambas as monarquias foram abolidas e substituídas pelas repúblicas da Áustria e da Hungria.

A família real foi forçada ao exílio, apesar de Carlos nunca ter abdicado do trono. De de facto a Hungria voltou a ser uma monarquia, mas Carlos foi impedido de reinar. Em seu lugar, o trono foi mantido vago e criou-se uma regência permanente sob o almirante Miklós Horthy, até 1944.

A família de Otto passou os anos seguintes na Suíça e, mais tarde mudou-se para a Ilha da Madeira, onde Carlos veio a falecer prematuramente em 1922. Com isso, e apenas com dez anos de idade, o Arquiduque passou a ser o pretendente ao trono, situação que permaneceu até à data da sua morte. Entretanto, o parlamento austríaco expulsou oficialmente a dinastia Habsburgo e confiscou todas as propriedades da Coroa Imperial pelo ato Habsburgergesetz de 3 de abril de 1919.

Familiares nas cerimónias fúnebres do Arquiduque
Otto de Habsburgo

Em 1935, Otto graduou-se em Ciência Política e Ciências Sociais pela Universidade Católica de Leuven. Em 1940, Otto é uma das dezenas de milhares de pessoas a quem o cônsul português Aristides de Sousa Mendes concede o visto de saída da França, no momento da invasão nazi.

O próprio Arquiduque Otto refere, de modo sucinto, como fizeram chegar ao consulado português de Bordéus os passaportes da família imperial e respectiva comitiva, bem como muitos outros de cidadãos austríacos e de como Sousa Mendes os carimbou sem qualquer objeção.

Nos anos trinta, algumas forças políticas tentaram reconduzir Otto no poder como monarca constitucional, para combater a influência da Alemanha nazi. Muito ativo na resistência contra Hitler, passou os anos da Segunda Guerra Mundial entre a França e os EUA, sempre ameaçado de execução por parte dos nazis.

Mesmo renunciando oficialmente ao trono em 1961, o Arquiduque Otto não conseguiu retornar ao seu país e só em 1972 conseguiu ser aceite pelos republicanos. Entre 1979 e 1999 foi de deputado no Parlamento Europeu.

Cinzas do coração de Otto de Habsburgo

Participou ativamente na queda do comunismo em 1989, após a queda da Cortina de Ferro e pediu a integração rápida destes países na UE, um sonho que não conseguiu ver concretizado em 2004, aos 91 anos. Manteve-se como eurodeputado por cerca de duas décadas. O presidente da UE, Durão Barroso, durante as cerimónias fúnebres do seu funeral, prestou-lhe a sua homenagem declarando "Estar a  homenagear um grande europeu".

O corpo do filho de Carlos I, último membro desta agora extinta casa real, a lendária dinastia do imperador Franz Joseph e sua amada  imperatriz "Sissi", foi sepultado na cripta imperial de Viena, ao lado da maioria dos membros da família de Habsburgo, com grande pompa e assistido pela quase totalidade da nobreza europeia.
Último adeus do Arquiduque Otto de Habsburgo





Mas o seu coração, segundo a vontade expressa do próprio Arquiduque Otto, que mantinha a nacionalidade húngara, foi depositado  numa abadia beneditina, perto de Budapeste, numa cerimónia íntima, que apenas contou com a presença dos monges e da família mais próxima, também a seu pedido...













terça-feira, julho 12, 2011

MARIA JOSÉ NOGUEIRA PINTO - A Sua Última Crónica




Nada me faltará
por MARIA JOSÉ NOGUEIRA PINTO

Acho que descobri a política - como amor da cidade e do seu bem - em casa. Nasci numa família com convicções políticas, com sentido do amor e do serviço de Deus e da Pátria. O meu Avô, Eduardo Pinto da Cunha, adolescente, foi combatente monárquico e depois emigrado, com a família, por causa disso. O meu Pai, Luís, era um patriota que adorava a África portuguesa e aí passava as férias a visitar os filiados do LAG. A minha Mãe, Maria José, lia-nos a mim e às minhas irmãs a Mensagem de Pessoa, quando eu tinha sete anos. A minha Tia e madrinha, a Tia Mimi, quando a guerra de África começou, ofereceu-se para acompanhar pelos sítios mais recônditos de Angola, em teco-tecos, os jornalistas estrangeiros. Aprendi, desde cedo, o dever de não ignorar o que via, ouvia e lia.
Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.
Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.
Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.
Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.
Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.
Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.
A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi--a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.
Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati- -me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.
Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.
Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará.

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No sétimo dia após o seu óbito, a minha sentida homenagem a esta grande Senhora e Mulher.
Esta crónica foi enviada para o jornal Diário de Notícias, três horas antes da sua morte.

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quinta-feira, março 31, 2011

OS OLHOS MAIS BELOS - Elizabeth "Liz" Edmond Taylor (1932-2011)







Fecharam-se para sempre, faz hoje precisamente uma semana. 

Elizabeth "Liz" Taylor", mais vulgarmente Liz Taylor, foi uma das estrelas mais famosas de Hollywood. Ganhou dois Óscares. Casou-se oito vezes, duas delas com Richard Burton, o seu grande amor, com quem protagonizou um dos mais arrebatadores romances de Hollywood. Foi uma mulher de excessos. Foi apaixonada pelo seu trabalho. Pelos homens. Pela vida. Foi dela que se despediu aos 79 anos de idade, neste derradeiro 23 de Março de 2011.

Liz Taylor e Richard Burton

No auge da sua carreira, Liz foi uma das mulheres mais bonitas do mundo. E uma das melhores atrizes de Hollywood. As décadas de 1950 e 1960 foram os seus anos de glória. Recebeu quatro nomeações para Óscares entre 1958 e 1961. Apenas ganhou dois, pelos papéis nos filmes "Butterfield 8" (1961) e "Quem Tem Medo de Virginia Woolf" (1967), em que fez dupla com o seu marido Richard Burton.

Mas a carreira de Elizabeth Taylor começou muito antes. Liz nasceu em Londres no dia 27 de Fevereiro de 1932, filha de uma ex-atriz e de um negociante, ambos americanos. Os seus pais mudaram-se para a California quando tinha sete anos e mais tarde Liz naturalizou-se americana.

Pela primeira vez o mundo tomou conhecimento dos seus maravilhosos olhos azul-violeta no seu filme de estreia "There's One Born Every Minute", quando Liz apenas tinha dez anos. Usava o cabelo comprido e solto, e foi com este "look" juvenil que entrou no clássico juvenil "Lassie Come Home" e no filme "Blue Velvet".
Liz Taylor em Blue Velvet

A partir deste momento transformou-se em mais uma "child star" da fábrica da Metro Goldwyn Mayer (MGM), a par de nomes como Mickey Rooney e Judy Garland, tempos dos quais Liz guarda memórias agridoces: "Tinha dez anos quando cheguei à MGM e passei os dezoito anos seguintes atrás das paredes daqueles estúdios. Era uma rapariguinha a crescer num sítio estranho, é-me difícil separar aquilo que era real daquilo que não era".

As décadas seguintes foram de exaltação de todo o seu talento. A sua intrepretação de "Cleópatra" colou-se-lhe à pele. Como se a rainha egípcia e a divindade de Hollywood se tivessem transformado numa única substância.
"Cleópatra"

Durante estes anos Taylor alcançou o estatuto de diva. A sua vida era de
excessos. Sobretudo amorosos e financeiros. Tentou o suicídio quando o seu amado Richard Burton lhe disse que não poderia abandonar a mulher.

Quando finalmente o teve para si, transformando-o no seu quarto marido, começou a viver uma vida de luxos. A expressão "spending money like the Burtons" começou a fazer parte do léxico americano. Foram o casal-sensação de Hollywood durante alguns anos. A relação era arrebatada, poética, perdulária. Findo o "Liz&Dick", Elizabeth partiu para outra. A atriz casou-se ainda mais duas vezes.

As suas tragédias pessoais e os seus múltiplos casamentos fizera muitas capas de revista. O seu primeiro casamento, com o multimilionário Nick Hilton, proprietário da cadeia de Hoteis Hilton, durou só um ano, mas mesmo assim valeu-lhe o epíteto de "noiva da América".

A noiva da América

Elizabeth Taylor foi lançada através dos filmes, mas
 tornou-se maior do que eles.

Nos últimos anos, era uma imagem deformada do seu auge. Engordou muito, tinha uma saúde difícil, deslocava-se em cadeiras de rodas...Na década de 1990, Elizabeth Taylor foi sujeita a duas operações de substituição da anca e quase morreu de pneumonia.

Em 1997 foi igualmente submetida a uma complicada remoção de um tumor cerebral. Nessa altura não hesitou em aparecer ao mundo de cabeça rapada. O objectivo, reconheceu então, era o de dar forças a quem, como ela, estivesse a passar por problemas semelhantes.


Liz Taylor no funeral de Michael Jackson

Era muito amiga do também falecido Michael Jackson. A morte do cantor, em Junho de 2009, abalou muito a atriz. Por já se encontrar em avançado estado de fraqueza, Liz não pôde comparecer às cerimónia fúnebres de Michael, mas publicou um comunicado em que dizia: " Irei sempre amar o Michael do fundo do meu ser e nada nos poderá separar".

É igualmente conhecida a sua luta contra o vírus da sida. Em 1991 fundou a American Foundation for Aids Research, após a morte do seu colega e amigo Rock Hudson, em 1985. Nunca deixou de angariar fundos para esta causa, mesmo quando já estava muito debilitada fisicamente.

Liz Taylor e Michael Jackson





Liz Taylor doou mais de metade da sua herança, avaliada em 600 milhões de dólares, para instituições de caridade.


Deverá ser sepultada no cemitério de Westwood Village Memorial Park, em Los Angeles, onde também estão os restos mortais de Marilyn Monroe, Natalie Wood, Farrah Fawcett, Dean Martin e do seu amigo do coração, Michael Jackson.



Entretanto, a família pediu a todos que, em vez de enviarem flores, façam contribuições para a fundação de luta contra a sida, fundada pela atriz, através do seu site.











sexta-feira, junho 25, 2010

TRIBUTO A MICHAEL JACKSON


Faz hoje um ano que faleceu Michael Jackson, o negro que sempre quis ser branco.

Gigante da cultura do "hipop" e "breakdance", "Thriller", "Billie Jean", "Black and White", fazem parte do espólio que deixou às gerações: a minha, a do meus filhos e provavelmente ainda a dos meus netos.

Envolto numa morte misteriosa, ainda hoje por clarificar, toda a sua vida foi polémica. A família preferiu comemorar em privado, na terra natal de Michael.

Já muito se disse e escreveu acerca de Michael Jackson, mas eu, como sua admiradora confessa, quero deixar aqui um este tributo simples, para um Gigante. Um pequeno aparte, também eu pratiquei algum deste fabuloso "hipop" e "breakdance".

Deixo-vos com dois dos apontamentos que o tornaram mais famoso, o celebérrimo "The Ghost", e o derradeiro "This is It", na versão de "The Final Rehearsal This is It tour"...

Onde quer que estejas, Michael, descansa em paz, já que o não pudeste fazer entre nós.





sexta-feira, junho 18, 2010

HOMENAGEM A JOSÉ SARAMAGO



Morreu José Saramago.Soube a notícia há pouco, pela comunicação social.

A cultura portuguesa fica mais pobre, nós um pouco mais velhos...

"Operário da palavra", como se intitulava, barroco, é sem dúvida o escritor da viragem do séc. XX para o séc. XXI.

Deixa-nos uma obra sobejamente conhecida, que lhe valeu os Prémios Camões em 1995 e o Nobel em 1998. Além de abordar as realidades portuguesas, aborda também o terrorismo internacional. As suas opiniões pessoais sobre a religião valeram-lhe acesa polémica com a Igreja Católica. Refiro-me ao derradeiro "Caim", no seguimento de outras. Chega mesmo a apelidar a Bíblia de "um manual de maus costumes".

Dividido entre Portugal e Espanha, mais concretamente entre a Madragoa e Lanzarote, é aqui que vem a falecer aos 87 anos, na companhia de Pilar del Rio. Homem para quem "viver era a maneira natural de evitar a morte", dedicou os últimos anos de vida a percorrer os caminhos de infância, percurso que chamou de "Viagem do Elefante".

A nossa homenagem.
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