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sábado, dezembro 10, 2011

ÚLTIMA CIMEIRA DA UNIÃO EUROPEIA - ( 8-9 de abril de 2012 )






Os chefes de estado e de governo da União Europeia concluíram nesta sexta-feira a cúpula que marcou o isolamento do Reino Unido - país que se negou a participar de um novo tratado de consolidação da disciplina orçamentária da zona euro. Um acordo a 23 para salvar o euro e o mercado comum. O documento vai chamar-se "União para a Estabilidade Orçamental".
Nicolas Sarkosy, Angela Merkel e José Manuel Durão Barroso

O euro devia unir a Europa. Mas a sua história atribulada tem contribuído para a divisão dos 27 estados membros. Estas divergências, não devemos esquecer, têm sido habilmente aproveitadas em benefício das "enigmáticas"(?) agências de "rating" e de um dólar que, de modo algum, se quer ver relevado face à moeda única europeia. 

Todavia, após a conclusão da cimeira Estados Unidos-União Europeia, o presidente Obama elogiou o trabalho dos europeus para tentar ultrapassar a crise, e disse que, igualmente, os Estados Unidos seguirão o exemplo da política da consolidação das suas contas. Afirmou ainda que os Estados Unidos estarão prontos para fazer assim a sua parte e ajudar na resolução da crise...
Van Rompuy  e Angela Merkel

Todos os países da UE, com exceção da Grã-Bretanha, deverão assinar o pacto fiscal acordado na reunião da cúpula organizada pela Eurozona, para combater a crise que a atinge e prevenir o surgimento de novas.  "Os chefes de Estado e de governo de Bulgária, República Tcheca, Dinamarca, Hungria, Letónia, Lituânia, Polónia, Roménia e Suécia, disseram estar aptos a participar desse processo, após consultarem os respetivos Parlamentos", segundo a declaração revisada divulgada pela secretaria do Conselho, o que deixará totalmente isolada a Grã-Bretanha.

Posição quanto a mim, que não só a poderá fragilizar, como tornar no próximo "alvo a abater" quando as agências de rating se cansarem da Europa.

David Cameron, Primeiro Ministro conservador do Reino Unido, declarou ao considerar a decisão difícil mas positiva:" Sem as garantias, é melhor que  fiquemos de fora".
David Cameron

Esta decisão surgiu após intensa disputa com "Mercozy" - alcunha para a dupla formada pelos líderes das maiores economias da Eurozona, Angela Merkel e Nicolas Sarkozy,que selaram uma aliança para pressionarem o resto da Europa. A Alemanha e a França queriam um novo tratado europeu que, para além de uma reforma fiscal, poderia incluir uma regulação mais dura para os mercados financeiros da Europa. Esta opção poderia trazer prejuízos à poderosa City londrina, que é o principal mercado do continente.
Nicolas Sarkosy e Angela Merkel

Para aceitar um novo tratado, Cameron passou a exigir garantias de que Londres não fosse prejudicada com por exemplo, um imposto sobre transações financeiras. Cameron, queria, entre outras questões, ter poder de veto sobre propostas de regulamentação financeira. A oferta irritou os europeus, principalmente Sarkozy, com quem começou a discutir. Vendo as suas pretensões inviabilizadas por Sarkosy, Cameron optou por se isolar, recusando-se a chancelar o novo acordo fiscal.

ACORDO INTERGOVERNAMENTAL- Merkel e o  presidente francês, Nicolas Sarkosy, pretendiam mudar o Tratado de Lisboa, para que os Estados do euro pudessem ser distinguidos na lei básica do bloco. Contudo, como não houve uma unanimidade, o novo pacto fiscal acordado na reunião de Bruxelas reduziu-se a um acordo intergovernamental.

Medidas mais importantes deste Acordo Intergovernamental Europeu:

  • Empréstimo de 200 biliões de euros ao Fundo Monetário Internacional (FMI), a ser confirmado em dez dias, para garantir que q instituição tenha recursos suficientes para fazer face à crise.
  • Adiantar em um ano, para julho de 2012, a implantação do Mecanismo de Estabilidade Financeira (MEDE) em paralelo à manutenção do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) até meados de 2013, somando uma capacidade de empréstimo de 500 bilhões de euros.
  • Não se voltará a pedir ao setor privado que compartilhe custos no caso de um calote parcial ou total da dívida, como houve no caso da Grécia, que seria um caso "único e excepcional".
  • O acordo para chegar a um pacto fiscal e governança reforçada para estimular a disciplina orçamentária,  foi aprovado por 26 dos 27 países da União Europeia. Apenas a Grã-Bretanha fica de fora.
  • O pacto prevê um déficit "estrutural anual" nos países firmantes de 0,5% do Produto Interno Bruto. Bruxelas definirá um calendário para chegar a este objetivo. O Tribunal Europeu de Justiça poderá verificar se esta norma fiscal se ajusta aos princípios da Comissão Europeia.
  • Os Estados cujo déficit exceda o teto de 3% do PIB ou de 60% da dívida serão sancionados automaticamente pela Comissão, salvo que uma "maioria qualificada" de Estados membros da Eurozona se oponha, em vez de uma maioria simples.
  • Bruxelas poderá pedir a revisão dos orçamentos nacionais no caso de que estes não se ajustem às regras do pacto fiscal





sexta-feira, julho 22, 2011

ÚLTIMA CIMEIRA EXTRAORDINÁRIA DOS LÍDERES EUROPEUS - Cimeira Da Salvação?




Os dirigentes da Zona Euro chegaram hoje a um acordo, no final da cimeira extraordinária para resolver a crise grega, anunciou em Bruxelas, o presidente permanente da União Europeia, Herman van Rompuy.
Foto de Família

" A declaração dos chefes de Estado e de Governo da Zona Euro e das instituições foi aprovada", afirmou o responsável, no final da reunião que teve como objetivo encontrar soluções consensuais para a crise financeira da Europa.

Numa reação a esta cimeira de quinta-feira passada, o Presidente da República Cavaco Silva, concorda com as decisões tomadas e declara que "Líderes europeus finalmente compreendem sinais de alerta".
Presidente Cavaco Silva

Com o novo pacote de ajuda à Grécia, decidido durante esta Cimeira Extraordinária dos chefes de Estado e Governo da Zona Euro, Cavaco Silva reagiu afirmando que " a Europa tomou as decisões que se impunham".
Cavaco Silva acrescentou ainda que "Portugal beneficia destas decisões, que funcionam como um estímulo para prosseguir com determinação, tendo em vista a estabilização económica e financeira".

Conclui, dizendo "Os líderes europeus compreendem finalmente os sinais de alerta sobre os riscos que atingiam o próprio projeto da integração europeia. Em causa não estavam apenas alguns países da zona euro, em causa estava o futuro do próprio projeto da moeda única".

E de facto é esta a realidade, a moeda única corre perigo, está em crise.  Há que aceitar que, uma vez nela integrados e muito se discute agora sobre esta opção, no imediato é por ela que temos que lutar a fim de evitar males maiores, eventuais castástrofes financeiras resultantes do seu abandono. Como em todo o lado, também na União Europeia proliferam interesses instalados.

Um conselho de amigo... 

Foi preciso que a ameaça da crise grega pusesse em causa os bancos italianos, fortemente expostos à dívida grega, para que a França, cujos bancos, por sua vez compraram uma grande parte da dívida italiana, também   se inquietasse. O contágio "batia-lhe à porta". E por aí fora...

Assim e, na pessoa do seu presidente Sarkosy, este também já anteriormente contactado por Berlusconi, reuniu-se e chamou "à pedra" a Alemanha, ou seja a sua amiga Angela MerKel, a quem , com as suas políticas de hesitação e contenção, não duvido que a Europa deva muito do contágio desta crise. Com grande regozijo para os mercados financeiros que ganharam que se fartaram, ao sevirem  os diversos interesses globais.

Aguardamos pela criação da tão desejada agência de rating europeia, assim como pela legislação deste tipo de empresas, por forma a por cobro à maneira selvagem e predadora da atuação destas entidades. Que continuam a constituir um grande mistério. Mas isso é outra conversa...
Juntos para sempre...

Assim a chanceler alemã refreou as expectactivas em relação à cimeira dos líderes europeus, alterando a sua posição de conteção à aprovação do plano de ajuda à Grécia, para um discurso diferente, colaborando com os restantes líderes.

Para Durão Barroso, "O momento atual exige o total compromisso de todos na cimeira. Todos disseram que fariam o que fosse preciso para assegurar a estabilidade da zona euro. Pois bem, agora é a altura de cumprirem essa promessa. A situação na zona euro é muito grave e requer uma resposta".

E a resposta veio, a Grécia viu o seu novo pacote de ajuda , de cerca de 158 mil milhões aprovado. E a Europa respirou de alívio. Vamos ver até quando...O desejável seria o "ad eternum", mas...

Para o primeiro ministro Pedro Passos Coelho, e no final desta maratona de oito horas de cimeira consagrada à dívida soberana, considera que Portugal, após esta cimeira, sai de Bruxelas com melhores condições para cumprir com sucesso o seu programa de assistência financeira.
Mercados financeiros

"De uma assentada", disse, os líderes da zona euro acordaram com as condições para resolver, de uma forma credível, a questão da Grécia e alcançar uma reforma a nível europeu que, inequivocamente, permitem a Portugal e Irlanda verem aumentadas as condições de sucesso dos seus programas".

Ainda segundo Passos Coelho, as agências de notação e os mercados não terão mais razões (será que eles precisam disso?) para duvidar das condições de sucesso do programa de Portugal, que até pode aspirar a regressar mais cedo aos mercados.
Primeiro Ministro Pedro Passos Coelho

Contudo o Chefe do Governo sublinhou ainda "não desejar que as boas notícias com que Portugal sai de Bruxelas, constituam qualquer pretexto para que se pense que se pode abrandar o ritmo de aplicação do programa,ou ter menos exigência, dado que os tempos que o País enfrenta são extremamente exigentes e difíceis".

Portugal sai assim desta cimeira com juro mais baixo e mais tempo para pagar o apoio da "troika",  usufruindo do mesmo tipo de condições que foram agora acordadas para a Grécia, a par da Irlanda.

Vamos a ver...


terça-feira, junho 21, 2011

XIX GOVERNO CONSTITUCIONAL - Tomada de Posse







SAÚDO ESTE XIX GOVERNO CONSTITUCIONAL
QUE HOJE TOMOU POSSE, E NELE DEPOSITO
A ESPERANÇA DE UM NOVO PORTUGAL.



quinta-feira, junho 09, 2011

10 DE JUNHO - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas




Hoje celebra-se o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
O dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, celebrado a 10 de Junho, é o dia em que se assinala a morte de Luís Vaz de Camões em 1580, e é também um feriado nacional.
Início das cerimónias do 10 de Junho na cidade de
Castelo Branco

Durante o regime ditatorial do Estado Novo de 1933 e até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974, era celebrado como o Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses, epíteto criado por Salazar na inauguração do Estádio do Jamor, em 1944.

A partir de 1963, o 10 de Junho tornou-se numa homenagem às Forças Armadas, numa exaltação da guerra e do poder colonial.

Com uma filosofia diferente, a Terceira República converteu-o em Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em 1978.

Presidente da República Cavaco Silva

Este dia assinala uma homenagem ao poeta Luís Vaz de Camões, génio da Pátria e escolhido como representante de Portugal na sua dimensão mais resplandecente e mais sublime. 

E é também o dia em que se tenta "dignificar, através da distribuição de determinados títulos e medalhas, portugueses que se tenham distinguido em determinadas áreas, sem distinção de opção ideológica ou da opção religiosa".

Este ano Castelo Branco foi a cidade escolhida para a realização destas festividades.

Monumento a Luís Vaz de Camões,
 em Lisboa








Dada a actual conjuntura política, além do Presidente do Presidente da República Cavaco Silva, estiveram
simultâneamente presentes os representantes do Governo demissionário e os representantes do novo Governo recentemente eleito.



Num clima de contenção económica, esta cerimónias já tradicionais, foram reduzidas e o Presidente da República  não deixou de mais uma vez apelar, nas sua diversas intervenções, à consciência coletiva de que esta é a "última oportunidade que Portugal tem, e de que não podemos falhar!".













domingo, junho 05, 2011

PORTUGAL GANHOU! - FINALMENTE A MUDANÇA - Legislativas 2011

PORTUGAL GANHOU!

O PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA (PSD) GANHOU!
PARABÉNS AO NOVO 1.º MINISTRO DE PORTUGAL,
  PEDRO PASSOS COELHO.


EVENTUAL FUTURA 
GOVERNAÇÃO:

RESULTADOS NACIONAIS:

sexta-feira, maio 13, 2011

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2011 - Principais Candidatos

  

EM QUEM VAMOS VOTAR NO PRÓXIMO DIA 5 DE JUNHO:


Pedro Passos Coelho




PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA (PSD): PEDRO PASSOS COELHO




Paulo Portas






CENTRO DEMOCRÁTICO SOCIAL (CDS): PAULO PORTAS



José Sócrates





PARTIDO SOCIALISTA (PS): JOSÉ SÓCRATES



Francisco Louçã







BLOCO DE ESQUERDA (BE): FRANCISCO LOUÇÃ


Jerónimo de Sousa










PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS (PCP): JERÓNIMO DE SOUSA





NO PRÓXIMO DIA 5, VAMOS VOTAR EM PORTUGAL!


quinta-feira, março 10, 2011

PARABÉNS, SENHOR PRESIDENTE!


Parabéns ao Presidente Aníbal Cavaco Silva, cuja tomada de posse teve ontem lugar. Para assinalar este dia,  o da tomada de posse do seu segundo mandato, o Presidente da República escolheu promover dois eventos que, simbolicamente, apontam dois temas que considera prioritários na abordagem que os Portugueses devem ter quando olham para o futuro do seu país: o Mar e os jovens.
Presidente Cavaco Silva e sua esposa
no Cais de Alcântara

Na manhã de quarta-feira do dia 9, o Presidente da República Cavaco Silva deslocou-se ao Cais de Alcantara e visitou o navio oceanográfico Almirante Gago Coutinho. Com este gesto, o Presidente renova o compromisso com a chamada Agenda do Mar, sublinhando a importância estratégica e económica decisiva que o Mar tem para o desenvolvimento de Portugal, um dos maiores países marítimos da Europa.

Depois da visita a este navio, Almirante Gago Coutinho, dirigiu-se para o navio-escola Sagres, navio emblemático da nossa Marinha e igualmente atracado no Cais de Alcântara. O Presidente Cavaco Silva convidou para a Sagres, 50 jovens líderes de todo o país -dirigentes de associações estudantis e da juventude, empresários, investigadores, académicos, agentes culturais entre outras actividades-,com os quais almoçou a bordo.

Presidente da União Europeia, Durão Barroso,
cumprimenta o Presidente Cavaco Silva 

Desta forma, o Presidente sublinha, no dia da sua reinvestidura, a proposta que o país deve fazer com a juventude e apelou ao protagonismo dos jovens na definição do futuro de Portugal.

 No final do dia e após a cerimónia solene da sua posse na Assembleia da República, altura em que proferiu o seu forte e esclarecedor discurso de tomada de posse, dirigiu-se para o Palácio de Belém, onde foi recebido pelas suas Casas Civil e Militar e onde ofereceu uma recepção aos participantes dos vários eventos do dia e outra entidades oriundas de todo o país.


Presidente Cavaco Silva na Assembleia da República

Passo a citar algumas passagens do discurso do Presidente Cavaco Silva, proferido na Assembleia da República, durante a cerimónia da sua tomada de posse:

"...É importante, por isso, que o Governo, Assembleia da República e demais responsáveis políticos assumam uma atitude inclusiva e cooperante, que seja também factor de confiança e motivação para os nossos cidadãos".

"...É necessário que um sobressalto cívico faça despertar os Portugueses para a necessidade de uma sociedade civil forte, dinâmica e sobretudo mais autónoma perante os poderes públicos".

"...Há limites para os sacrifícios que se podem exigir aos cidadãos. Faço um vibrante apelo aos jovens de Portugal: ajudem o vosso País! Façam ouvir a vossa voz: este é o vosso tempo. Estou certo que, todos juntos, iremos vencer." 


quarta-feira, janeiro 05, 2011

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS 2011

  
CANDIDATOS:


ANÍBAL CAVACO SILVA: actual Presidente da República desde 2006, é apoiado pelo Partido Social Democrata, pelo CDS-Partido Popular e pelo Movimento Esperança Portugal.

DEFENSOR OLIVEIRA MOURA: candidato independente e membro do Partido Socialista.

FERNANDO JOSÉ DE LA VIETER RIBEIRO NOBRE: candidato independente.

FRANCISCO JOSÉ DE ALMEIDA LOPES: candidato apoiado pelo Partido Comunista Português e pelo Partido Ecologista "Os Verdes".

JOSÉ MANUEL DA MATA VIEIRA COELHO: candidato apoiado pelo Partido Nova Democracia.

MANUEL ALEGRE DE MELO DUARTE: candidato apoiado pelo Partido Socialista, pelo Bloco de Esquerda e pelo Partido Democrático do Atlântico.




NO DIA 23 DESTE MÊS, CONSCIENTES DO NOSSO PAÍS, VAMOS TODOS VOTAR POR PORTUGAL!!!



terça-feira, novembro 02, 2010

DILMA, A VENCEDORA - Eleições Presidenciais Brasileiras


Dilma Vana Rousseff foi eleita, no passado domingo 31 de Outubro, presidente da República do Brasil para o período de 2011 a 2014, com uma maioria de 55,4% dos votos contra os 44,57% do seu adversário do PSD, José Serra, na segunda volta eleitoral. 

Sem nunca ter disputado uma eleição, ela é a primeira mulher a chegar ao mais alto cargo do país. Dilma nasceu em Belo Horizonte a 14 de Dezembro de 1947. Filha de uma família de classe média alta, seus pais foram a professora Dilma Jane Rousseff e o advogado Pedro Rousseff, um búlgaro naturalizado brasileiro e de quem Dilma herdou o gosto pela leitura. Aluna de elevado mérito, estudou até aos 15 anos no tradicional Colégio Sion, hoje Colégio de Santa Doroteia, escola onde eram educadas as filhas de elite da capital.

Começou a sua carreira política com o movimento estudantil, em Belo Horizonte. Combateu a ditadura militar (1964-1985), o que a levou à prisão, onde foi torturada. Já em liberdade e casada com o deputado Carlos Araújo, participou na fundação do PDT de Leonardo Brizola. Em 2000 abandona o PDT, e junto com outros trabalhistas históricos filiou-se no PT.

Conhecida pelo seu estilo "durona", tornou-se num dos braços direitos do goveno do presidente Lula da Silva.

Esta eleição gerou os elogios da Europa e de entre os presidentes que felicitaram Dilma (Sarkozy, Sapatero),  o presidente Cavaco Silva salientou que esta vitória representava uma "renovada oportunidade para o aprofundamento das relações bilaterais". Acrescentou ainda esperar brevemente uma visita de Dilma a Portugal, e desejou o progresso e prosperidade do povo brasileiro.

Parabéns à nação brasileira e à sua presidente Dilma Rousseff. 


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