sexta-feira, abril 11, 2014

TRIBUTO A MANUEL BANDEIRA NO 40.º ANIVERSÁRIO DA SUA MORTE





O ÚLTIMO POEMA


Assim eu quereria meu último poema

Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais

Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas

Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume

A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos

A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.


MANUEL BANDEIRA


Com estes versos homenageamos o poeta Manuel Bandeira na passagem dos 40 anos de seu falecimento (13/10/1968).


2 comentários:

Claudia disse...

Olá Maria Haydée, como sempre um lindo poema do imortal Manuel Bandeira. Abraços!

M.H. R.M. disse...

Obrigada, Claudia.
Manuel Bandeira pela sua poesia fascinante, será de facto sempre eterno.
Beijo grande.

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